Carta da nossa Fundadora

Caríssimos irmãos, amigos e colaboradores,

“Nós nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança. E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5, 3-5).

No último dia do mês de maio celebramos a festa de Pentecostes. O que foi derramado em nossos corações no dia de Pentecostes? O Espírito Santo, Espírito do Amor. Diz o Papa Francisco que “o Espírito é o vento que nos impele para a frente, que nos mantém no caminho, que nos faz sentir peregrinos e forasteiros, e não permite que descansemos sobre os nossos próprios louros e que nos tornemos um povo “sedentário”.

Com a crise da pandemia que estamos vivendo, cultivar e semear esperança em meio a tantas desorientações é fundamental. Como fazer isso? Para cultivar, o segredo está em possuirmos o Espírito Santo de forma viva, concreta, cultivada por um relacionamento vivo, por uma devoção diária e profunda para com Ele. O Espírito Santo é aquele que não permite que o nosso coração se perturbe, que experimentemos a proximidade do Senhor, aquele que renova nossa confiança no Deus que jamais desiste de cada um de nós.

Como semear a esperança? O Papa fala de uma abordagem “calorosa e inclusiva”, com o desafio, com a ousadia, para fazer o bem e melhor a cada dia.  “Alongar a mão com afeto paterno e compaixão assumindo o sofrimento e o sacrifício de muitas pessoas”. É deixarmo-nos conduzir pelo Espírito do Amor derramado em nossos corações: compromisso, ação e oração. O compromisso em combater o “vírus do egoísmo dos interesses privados” que na pandemia se revelou como um sistema falimentar, atuando em uma “conversão permanente e resoluta” rumo a uma “nova era de solidariedade”.

Agradecemos a cada um de vocês que tem mantido este compromisso solidário conosco semeando a esperança em tantos corações. Muito Obrigada. Deus os abençoe e renove a esperança em seu coração.

Doris Pereira de Almeida

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